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Câmara de Vereadores aprova criação do Banco de Material de Construção em Getúlio Vargas |
| Aprovado por unanimidade, o projeto prevê coleta e distribuição de materiais de construção para famílias em situação de vulnerabilidade social no município |
A Câmara de Vereadores de Getúlio Vargas aprovou, por unanimidade na Sessão Ordinária 09/2026, o Projeto de Lei do Legislativo nº 3/2026, que institui o Banco de Material de Construção no âmbito do município. A iniciativa, de autoria da vereadora Suzi Teresinha dos Santos, representa um passo importante na promoção de moradia digna para as famílias mais vulneráveis da cidade. Na mesma sessão, também foram aprovadas matérias voltadas à assistência social, à educação antirracista na rede municipal de ensino e à revisão geral anual de vencimentos e subsídios.
Como vai funcionar
O Banco de Material de Construção terá como função arrecadar materiais, novos ou usados em boas condições, provenientes de doações de pessoas físicas, jurídicas, estabelecimentos comerciais do setor da construção civil, obras em execução e demolições. Todo o material coletado será destinado prioritariamente a famílias em situação de vulnerabilidade social residentes em Getúlio Vargas, para uso em obras de construção, reforma ou melhoria habitacional.
A estrutura ficará vinculada à Secretaria Municipal de Obras, responsável pela organização, armazenamento, gestão e distribuição dos itens arrecadados. Os critérios e procedimentos para o funcionamento do banco serão definidos pelo Poder Executivo por meio de regulamentação específica.
Por que é importante
O alto custo dos materiais de construção é um dos principais obstáculos enfrentados por famílias de baixa renda para realizar reformas básicas em suas residências. Com a criação do banco, o município passa a contar com um mecanismo concreto para dar destinação social a recursos que, muitas vezes, seriam simplesmente descartados.
Além do impacto social direto, a medida também incentiva práticas sustentáveis ao estimular o reaproveitamento de materiais e reduzir o desperdício, fortalecendo a parceria entre comunidade, setor privado e poder público.
Palavra da autora do projeto
Na justificativa apresentada à Casa Legislativa, a vereadora Suzi Teresinha dos Santos destacou que a proposta é uma iniciativa simples e de baixo custo para o município, mas com grande potencial de impacto social. Para ela, a criação do banco representa uma oportunidade de transformar material que seria desperdiçado em moradia melhor para quem mais precisa.
Próximos passos
Com a aprovação unânime dos vereadores, o projeto segue para sanção do Poder Executivo. A lei entrará em vigor na data de sua publicação, e caberá à administração municipal regulamentar os detalhes operacionais do programa, incluindo os critérios de elegibilidade das famílias beneficiárias.
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